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 Buraco negro - Vumihe Boik

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Celes

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MensagemAssunto: Re: Buraco negro - Vumihe Boik   Ter Fev 05, 2019 11:21 pm

Era muito difícil não ficar nervosa naquele tipo de situação. Mas de alguma forma consegui manter a calma e um.tom monótono, grave.

¬ Fui mantida presa por Mora. Ela queria que eu pensasse melhor, refletisse. Não me importa o que tenho de fazer, apenas me leve ao seu líder.

Deixei os braços prenderem ao lado do corpo, mas por consequência tive que estreitar os olhos por conta da luz.
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MensagemAssunto: Re: Buraco negro - Vumihe Boik   Ter Fev 05, 2019 11:33 pm

O guarda parece calado por uns instantes. Está totalmente surpreso por trás daquele clarão, incrédulo diante do que ouve. Mora prender alguém? Ele é oficial daquela estação faz tempo o suficiente para saber que sua líder jamais faria algo como aquilo. Ainda mais desconfiado agora, ele parece apanhar algo em sua cintura. Uma arma talvez.

— Senhorita, vou pedir para que por favor siga na minha frente. Suas histórias estão estranhas demais. — Ele muda o semblante novamente, agora quase agressivo. Não sabe exatamente o que há de errado com Celes, mas sabe que ela mente.

Um barulho interrompe a ação. A garagem externa começa a se abrir, assinalando tudo com uma alta sirene e uma luz vermelha piscante. Subitamente, todo o ambiente muda.

O segurança, agora visível, não entende o que acontece e apenas mantém a pistola apontada para a garota de cabelos azuis, tentando não desvencilhar-se de sua tarefa. Estaria mais alguém chegando? Nenhuma nave era visível.

— M-Mas... as garagens não deveriam se abrir mais, estão proibidos de entrar ou sair de Vumihe Boik. Ninguém pode sequer chegar perto dos controles da garagem, exceto... Mora.

Seu raciocínio dura até que ele seja espetado pelas costas. Assustado, Jubo pressiona uma pequena seringa contra o corpo grande e forte do oficial e libera impiedosamente seu conteúdo dentro dele. Com isso, o segurança parece cambaleante e sua mira já não é estável.

Você precisa sair daqui. Procure ajuda para Vumihe Boik!— Exclama o médico enquanto tenta, com muita dificuldade, conter o segurança muito mais forte do que ele.

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MensagemAssunto: Re: Buraco negro - Vumihe Boik   Qua Fev 06, 2019 11:06 am

Recuei alguns passos ao ouvir o homem de aproximando, tentando pensar numa forma dele me deixar em paz. Então o caos começou. Levei a Ms o até os ouvidos num impulso por conta do alto barulho e assim que a luz ofuscante se foi me joguei para fora da mira daquele homem. Observei atônita enquanto Jubo subjulgava o guarda.

¬ O que está fazendo?! Vocês vão ser presos! Ou pior...

A possibilidade morreu no fundo de minha garganta. Ela era dolorosa demais para ser exposta, eu ainda não estava tão pronta para ela quando pensei. Sei alguns passos em direção a nave, fazendo um gesto para que ele me seguisse.

¬ Vem! Onde está Mora? Ela pode vir também, juntos podemos conseguir ajuda! Ene, ligue a nave, deixe-a pronta para partir.

Antes que me desse conta já estaba berrando, com a mão no comunicador e outra estendida em direção ao médico.
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MensagemAssunto: Re: Buraco negro - Vumihe Boik   Qua Fev 06, 2019 7:17 pm

Tamanha força muscular daquele homem parece temporariamente inútil. Jubo, franzino como é, consegue com certo esforço contê-lo enquanto ele tenta alcançar a pistola que caiu ao chão com o impacto.

— Não da tempo! — Exclamou, sentindo cada vez n mais dificuldade para manter o esforço. — Se eu soltá-lo, ninguém escapa. E a Mora não pode abandonar a base.

Ao fundo, ouvem-se os portões do saguão principal se abrindo, junto com os passos de outros soldados que se alertam com o barulho.
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MensagemAssunto: Re: Buraco negro - Vumihe Boik   Qua Fev 06, 2019 9:15 pm

Pelo canto do olho observei o homem quase pegar a pistola. Quase, porque me joguei em direção a ela e a puxei comigo para longe dele. Dei alguns passos em direção a nave, observando o médico. Só comecei a correr quando ouvi os passos dos soldados. Assim que entrei na nave, pulei no assento do piloto e com os dedos ágeis mexi nos controles até a nave se mover.

Rangendo os dentes com força para me manter firme e não chorar, puxei o controle para erguer a nave, guiando-a até a saída. Mesmo tentando, vi pontos embalando no já visão, lágrimas que tomaram forma, mas não caíram.
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Ariete

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MensagemAssunto: Re: Buraco negro - Vumihe Boik   Qua Fev 20, 2019 6:19 pm



A estação espacial parece mais sombria do que nunca. Suas luzes de sinalização, geralmente ativas e brilhando para chamar a atenção de quem quer que precise de ajuda, dessa vez dão lugar a uma atmosfera sinistra e mal-iluminada. É quase como se o ambiente todo estivesse sendo preenchido por uma névoa de sangue e medo.

A atmosfera daquela lua ainda não é controlada, então pousar fora de uma garagem com pressurização é totalmente inviável. Geralmente, porém, as portas se abrem assim que uma nova nave é avistada, como manda o protocolo de Mora. Não foi o caso dessa vez.

— Quem está se aproximando? — Pergunta uma voz rouca. Não é a de Bastião, muito menos a de Mora.

Algo inusitado acontece. Dois canhões miram imediatamente na nave que Heylel usa para se aproximar, coisa que antes nem sequer existia. A líder da estação jamais permitiria uma ameaça violenta como aquela.

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MensagemAssunto: Re: Buraco negro - Vumihe Boik   Qua Fev 20, 2019 6:34 pm

*Chegando em Vumihe Boik, Heylel e Cody observavam através do vidro da nave a situação daquela base tão bem escondida que agora parecia apta a guerra, a uma invasão a qualquer momento... Deus, quanto tempo havia se passado? Seu semblante até mesmo havia mudado com um misto de aprovação e de preocupação, afinal, aprovava aquela postura, aquela conduta, mas se preocupava com Mora, aquilo não tinha nada a ver com ela*

-Por deus... Boss, o que será que aconteceu aqui? Será que aquela mercenária estava mesmo falando a verdade? *Com a pergunta feita para si, Cody sussurrou um "resume" só para seu mestre ouvir, ele que se questionava sobre o que estava havendo, se realmente aquela base havia sido tomada e agora pessoas morriam todos os dias por alguma causa ainda misteriosa para si*

-Capitão Heylel Fahrenheit, peço permissão de pouso. *Seu nome já era conhecido entre aliados e reconquistadores, então supos que apenas aquilo bastava, sem contar que este também estava na ponta da lingua de Bastião e Mora, os dois lideres que supostamente estão ali*
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MensagemAssunto: Re: Buraco negro - Vumihe Boik   Qui Fev 21, 2019 1:04 am

— E qual é o seu objetivo aqui? Sua presença não foi informada, e se não tiver um bom motivo pra estar próximo a essa base eu vou...

A chamada é cortada e, após alguns poucos instantes, as portas da garagem externa se abrem. Após alguns ruídos e palavras incompreensíveis do outro lado, a chamada se retoma brevemente.

— Seja bem-vindo, Forasteiro. — Diz a voz inconfundível de Bastião, leve e tranquila como se nada estivesse diferente.

Por dentro da grande estrutura, tudo está igualmente escuro. Depois que a nave de Heylel adentrasse o hangar, o ambiente seria despressurizado e ele estaria livre para explorar a base. De primeiro momento, dois agentes armados receberiam a visita.


Última edição por SIDA em Qui Fev 21, 2019 2:14 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Buraco negro - Vumihe Boik   Qui Fev 21, 2019 9:07 am

*Em silencio naquele clima pesado, Cody se fosse organico já estaria suando frio, todavia, seu mestre pelo contrário parecia estar tranquilo, bem mais do que o normal inclusive parecendo estar em casa e com toda aquele detalhe a mais, estranhamente, ele se sentia ainda melhor a ponto de não esboçar muita reação de susto ou medo tal como seu familiar*

-Obrigado por me receber, Bastião.*Tal como o outro, ele respondia de forma serena como se não houvesse nada errado. Com tudo aberto e livre para acesso e pouso, a nave do capitão seguia adiante*

-Forasteiro? Porque ele te chamou assim, Boss? E quem é Bastião? *Heylel permaneceu sem dizer uma unica palavra embora o androide tivesse o feito pensar no assunto já que "Forasteiro" foi o nome que ele mesmo pediu para ser chamado enquanto não fosse um membro oficial da Datsu e sinceramente achou que Bastião teria ignorado esse pedido, que bom que não*

-Esse lugar está me dando nos nervos, e olha que eu nem tenho nervos! Boss, isso está muito creepy, vamos sair daqui, sim? Voltar pras meninas, chuva acida não parece tão ruim agora, parece que qualquer momento um monstro alienígena vai pular na nossa cara e nos partir em vários pedaços! *Após o pouso, o sintético seguia falando mesmo sendo ignorado pelo Kroyvisiano que apenas caminhava para fora de sua atual nave despreocupadamente já que seu problema não era a situação, não era o clima do ambiente ou ele de fato e sim Mora, consequentemente não esboçava devidas reações de revolta ou semelhante, estava sem duvida bastante tranquilo*

-Na verdade, esse lugar está perfeito.*Aquilo trazia lembranças dos lugares por onde passou com sua mãe em seu treinamento e de suas missões solo de roubo de tecnologia antes de conhecer Cody e tempos depois Melroa e as crianças, sim, Nelai ainda veio antes disso tudo, quando ele ainda era só um soldado, só um ladrão. Toda aquela estrutura, a escuridão, o clima de morte, tudo lembrava a sede dos Cavaleiros da Virtude o trazendo então uma certa paz e sensação real de lar doce lar*

-Serão vocês que vão me guiar até Bastião? *Questionou onde numa resposta positiva iria responder apenas um "Ótimo" e acompanharia aqueles homens sem hesitação alguma explorando aquela nave sem sequer desviar o olhar, diferente de seu acompanhante robótico que seguia andando contido no próprio abraço visualizando todos os cantos como uma digna pessoa assustada por mais que ele fosse uma maquina*

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MensagemAssunto: Re: Buraco negro - Vumihe Boik   Qui Fev 21, 2019 2:29 pm

Os dois que o recebem são agentes comuns da estação que Heylel talvez já tenha visto trabalhando quando a nave-mãe foi redirecionada par Vumihe Boik para sua reconstrução. Esta, por sua vez, já não está mais estacionada na grande garagem da estação lunar.

Ambos têm seu nome e função estampados nas roupas, organização proposta e muito bem executada por Mora em sua gestão próspera como líder daquela base. Em uma análise minuciosa, Heylel pode perceber que suas funções foram riscadas no uniforme.


Roban, Operário.


Drika, Soldado.

— Pelo jeito sim. — Responde o operário na mesma voz rouca que o atendeu inicialmente ainda enquanto estava na espaçonave. — Se é a vontade do Bastião, então tá certo. Mas eu sugiro que não faça nada ousado, essa base já não é mais o que era antes.

A soldado apenas mantém-se quieta com um sorriso sarcástico enquanto segue o caminho. Em uma estratégia pronta para contenção, Roban posiciona-se a frente do ciborgue enquanto Drika segue ambos logo atrás com sua arma em mãos. É visível que o ambiente não é amistoso.

Conforme caminham, passam pelo longo corredor que conecta todas as alas daquela estação. Este, geralmente movimentado e ativo, está totalmente vazio e quieto. Dentro das alas científicas e de estudo, já não há mais absolutamente nada e nem ninguém.

O ambiente todo se clareia quando chegam ao que era o hall principal da estação que ligava todas as instalações do local. Lá, todos trabalham simultaneamente em silêncio e com disciplina. Todos ao alcance dos olhos de algumas pessoas que agem como monitores para checar o progresso das atividades.

Num canto isolado e mais escuro, sentado sob um dos equipamentos, está o espadachim sentado em posição de lótus. Com a chegada de Heylel escoltado ele ergue sua cabeça na direção do ciborgue, mas não se move. Apenas com sua audição pode perceber a aproximação do conhecido.
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MensagemAssunto: Re: Buraco negro - Vumihe Boik   Qui Fev 21, 2019 3:17 pm

*O Kroyvisiano se prendia a alguns detalhes e aqueles rostos eram ligeiramente nostalgicos, afinal, Vumihe Boik era praticamente seu lar por mais que sua origem tenha sido no seio da burguesia Kroyvisiana, mas isso é passado tal como houve com Mora. Notando que a nave de Ghil não estava mais ali e que canhões foram supostamente feitos e embutidos na base, ele apenas acenou positivamente com a cabeça para Roban e seguiu como já fora mencionado no turno passado*

-Do jeito que está o clima nesse lugar, imaginei que você estaria sentado numa espécie de trono de ossos como uma espécie de Shogun, Bastião. *Falou para que além de seus passos o homem tivesse confirmação também por voz, era simplesmente inconfundível. Cody então seguia olhando para aqueles que o ajudaram junto a Llyani, todos ali, como se fossem maquinas rumo um progresso macabro, aquilo era bem triste de se ver, ao menos para si... Era como se todos tivessem perdido sua felicidade, sua liberdade*

-Mas vejo que mantém sua humildade embora mantenha esses dois em meu encalço. *Olhou para a ruiva atrás de si e deu um breve sorriso para ela e o Familiar fez quase o mesmo trocando o sorriso pelo acenar discreto e fez o mesmo com o que estava a frente se ele também estivesse os olhando, era notável que mesmo sendo um robô ele estava bem acoado*

-Enfim, sendo um pouco mais direto... Podemos ir para um lugar mais privado? Eu vim conversar. *Supos que o ambiente estaria esquisito e por isso foi ali desarmado, em partes, já que seu braço esquerdo, seu implante tecnológico não deixava de ser uma arma. Só o androide portava uma arma, a pistola de sempre junto a cintura*
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MensagemAssunto: Re: Buraco negro - Vumihe Boik   Qui Fev 21, 2019 4:14 pm

O samurai permanece impassível diante do sarcasmo do ciborgue. Não se incomoda, simplesmente não compreende ou não se importa. Para sua opinião, a bagunça que era Vumihe Boik havia finalmente sido organizada e a sua existência havia sido dado um propósito.

— Esses dois são voluntários. — Respondeu somente, ainda sem se mover. Em sua posição, a katana está livre em seu colo enquanto as mãos repousam sobre os joelhos. — E você deve se lembrar. Não há individual, todos nós somos um. O que quer que precise me falar, pode falar para todos aqui.

Os rosto dirige-se aos olhos de Heylel. Ainda que o espadachim não enxergue, faz questão de manter contato com aqueles que conversa.
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MensagemAssunto: Re: Buraco negro - Vumihe Boik   Qui Fev 21, 2019 4:37 pm

*Havia se esquecido daquele detalhe onde para a Datsu todos eram células de um mesmo corpo, e bem, você não conta cada célula e apenas se foca no que todas elas compõem em união seja um objeto, seja uma pessoa, no caso, por mais que cada um tenha sua função, no final são todos parte de um todo, todos são Datsu*

-Suas definições de voluntários deve ser atualizada pelo visto. *Comentou Cody e Heylel apenas respondeu com seu bom e velho sinal de mão que pedia por silencio da parte do androide que até mesmo abaixou sua cabeça naquele momento*

-Tem razão, me esqueci desse detalhe, pois bem... Vocês, ou devo dizer nós? Foram acusados por uma mercenária de invadir esse lugar, matar nossos irmãos diariamente por algum tipo de sadismo sem sentido e escravizar os que sobraram e essa informação foi dada a ela por uma traidora da Reconquista que por sua vez é irmã dessa mesma mercenária chamada Celes que passou esse dito para minha equipe e para o Comandante da Sede de Tuntau, Batu, codinome 14. *Apesar de estar dizendo algo de cunho revoltado como morte de irmãos de causa e escravização dos que restaram com vida, Heylel parecia não demonstrar quaisquer sinal de ira, na verdade estava tranquilo até demais como se aquilo fosse normal, e era, para si sua unica preocupação era de fato o estado de Mora e nada mais já que tal como Bastião ele considera tudo feito ali como correto, até então, sabendo apenas por cima supondo que Celes exagerou os fatos mencionados*

-E por isso eu vim, venho até aqui verificar a veracidade desses fatos, seria mesmo a Datsu capaz de matar e escravizar seus próprios irmãos da Reconquista, ou seria a mercenária Celes uma mentirosa que deseja exclusivamente jogar lideres contra lideres como uma forma de desestabilizar nossa união? Afinal, ela é uma mercenária, basta a quantia certa para ela fazer o que for preciso, independente das circunstancias. *O Familiar seguia estranhando tudo aquilo já que o jeito que seu mestre falava com o outro era normalmente uma postura dita com seus próximos, não próximos como Nelai, ele mesmo ou até mesmo Ellora que já está conquistando seu espaço, mas próximos o bastante para que ele fique relaxado sem exalar a agressividade que intimida provocando pavor que leva a fuga ou medo que leva a luta, era como se estivesse falando com um amigo de guerra... Com um Cavaleiro da Virtude*

-O que tem a me dizer sobre isso, Bastião? *Olhar no olhar mesmo que um não enxergasse os olhos do outro, Bastião por ser cego e Heylel graças aquele visor que o moreno usa frente os seus, todavia, aquilo era sensível e totalmente perceptível, era como se ali não houvessem mentiras, como se dois membros de um mesmo corpo não pudessem simplesmente mentir um para o outro*
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MensagemAssunto: Re: Buraco negro - Vumihe Boik   Qui Fev 21, 2019 7:42 pm


— Nós libertamos esse lugar. — Responde, com firmeza mas não agressividade. — Você pode ver com seus próprios olhos que essa estação agora ruma o sucesso, diferente da situação deplorável na qual se encontrava antes.

Os trabalhadores que presenciam a conversa permanecem imóveis. Eles não inspiram alegria ou felicidade como anteriormente, mas também não demonstram tristeza. Simplesmente trabalham e realizam suas tarefas.

— Tirei a vida de três. Recebi denúncias convincentes de que vinham trabalhando com o inimigo como informantes, e a sentença justa foi a morte. O terceiro era um prisioneiro capturado e estava aqui há meses. Eu apenas o poupei de seu sofrimento. — Sua calma demonstra que está realmente convencido de que fez o certo. — O resto me atacou sem explicação e meu instinto foi me defender. Não posso garantir a vida de alguém que atenta contra a minha.


Com um gesto, Bastião dispensa os dois que escoltaram Heylel até ali. Ainda sem pôr-se de pé, alonga as costas e estrala o pescoço antes de voltar-se para o ciborgue.

— Mas você desconfiar de mim a ponto de vir até aqui checar a história me incomoda.

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MensagemAssunto: Re: Buraco negro - Vumihe Boik   Qui Fev 21, 2019 11:04 pm

*Permanecia da mesma forma olhando Bastião de cima por meramente estar de pé enquanto ele estava sentado não exalando nenhum ar de superioridade ou coisa do tipo, sem duvida era como se estivesse falando com um semelhante, um parceiro de longa data por mais que não fosse esse caso, o que era estranho, aparentemente Heylel simplesmente simpatizou bastante com o outro*

-Você tem toda razão sobre isso, nunca vi tamanha prosperidade. *Sem ironias, sem joguinhos, o Kroyvisiano estava realmente falando sério para surpresa de seu Familiar que ficava cada vez mais curioso sobre seu mestre e seu passado, ao que o levou a ser uma pessoa tão apegada a costumes que até então sua equipe anterior a essa mais atual era totalmente contra*

-Perfeito, eu teria feito o mesmo. *E realmente teria, mas sem toda a calma do espadachim tal como foi visto de relance em Tuntau. Pensou então sobre aquelas acusações sem fundamento de Celes e sobre seu desejo de ir para Gradopolis, um lugar praticamente tomado pela Aliança, aquilo não cheirava bem, nada bem*

-Muito pelo contrário Bastião, é justamente por confiar em você que vim pessoalmente até aqui questiona-lo sobre a veracidade desses fatos, Cody, por favor, mostre para eles suas memorias.*Ainda meio que receoso com toda a situação, o androide apenas segue os comandos de seu mestre deixando as luzes de seus olhos exporem uma tela holográfica revelando a cena do qual viu e ouviu por mais que o albino pudesse fazer o mesmo já que seu traje registra tudo o que ele faz e encaminha aos demais cavaleiros, porém, todavia, não questionou e apenas cumpriu o pedido*

Spoiler:
 

-O que me levou até aqui foram duas questões importantes, uma para mim, outra para nós, ao que nos importa é que informações vazaram daqui e provavelmente foi de um dos dois traidores que matou, porém, o problema é que isso está nas mãos de uma mercenária do qual como pode notar os acusa de crimes que não foram cometidos contra a própria pátria, crimes de traição; Celes no momento está em uma das Sedes pacifistas da Reconquista, a em Tuntau que pela cultura Okro todos agem como irmãos,todos, então possíveis brigas neste meio são inadmissíveis, ou seja, ela se esconde por debaixo do véu dessa cultura enquanto semeia o caos entre nós e depois disso irá para Gradopolis muito provavelmente repassar as informações para a Aliança pessoalmente para que não seja pega via hacking caso use comunicação por vias tecnológicas. *Sinalizou para que seu robô desligasse o que estava fazendo e ele o cumpriu em seguida unindo suas mãos e mantendo a cabeça baixa, não gostava muito do rumo daquela conversa pois percebia que um dos traidores mortos poderia ter sido Melroa que foi pega com a mão na massa, e bem, por mais que não gostasse dela, era muito... Intenso Heylel provavelmente ter a mesma desconfiança e sequer esboçar lamento sobre isso, como se estivesse tudo bem que ela tenha morrido, sem duvida alguma a desconfiança da traição da ex-líder havia aflorado o ladro patriótico do rebelde em relação a sua facção o tornando alguém estoico a esse ponto*

-Este é o nosso motivo, vim até aqui comprovar pessoalmente de que Celes está mentindo e de que é uma traidora em potencial para que assim eu tivesse o necessário para agir já que meramente defende-los e acusa-la de calunia seria um esforço em vão, afinal, que provas eu teria? inclusive, se me permitir eu gostaria de enviar a Batu o seu depoimento para alerta-lo antes que seja tarde, pois mesmo que você tenha feito o milagre de tornar Vumihe uma potencia, o mesmo não vale para a Sede em Tuntau que agora está vulnerável, agora bem, eu havia dito dois motivos não é mesmo onde este era meu, algo pessoal.... *Nem mesmo Cody sabia o que se passava na mente de Heylel naquele momento já que sua conduta estava bem diferente do costume, realmente não parecia a mesma pessoa em seu total muito provavelmente porque nunca havia o visto em uma reunião como essa, normalmente suas conversas são privativas então estava testemunhando o comportamento do lider nessas circunstancias em primeira mão*

-Eu vim por Mora, gostaria de ve-la e saber se está tudo bem, afinal, por mais que tudo aqui esteja triunfante, ela sempre foi contra esse tipo de conduta, de seguimento, temo pelo emocional dela por talvez não conseguir digerir muito bem que isso tudo é necessário para que tenhamos vitória para que o universo todo seja enfim livre. *O dito surpreendeu o sintético ainda mais pelo capitão ter demonstrado preocupação em toda sua fala, era notável o quanto ele se importava com Mora e o quanto estava aflito com a situação da mesma apesar de concordar com toda a postura tomada por Bastião*
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MensagemAssunto: Re: Buraco negro - Vumihe Boik   Ontem à(s) 1:12 pm


— Estamos cientes do indivíduo que escapou dessa base. Infelizmente nós ainda estávamos estabelecendo nossos novos termos e a segurança ainda não havia sido reforçada o suficiente para impedir sua fuga, mas isso não voltará a acontecer agora que não temos barreiras.   Sem dúvidas ele não parece preocupado. Agora que tudo está explicado, ele apenas volta a recostar-se confortavelmente.  Mas eu não posso deixar esse lugar até que meu trabalho esteja feito, e não vou me meter em Tuntau até que seja designado para me meter em Tuntau. Nosso trabalho é gradual, e atualmente estou operando aqui. 


Um dos trabalhadores por um instante desvia o olhar para Heylel quando ele cita o nome de Celes, mas imediatamente corrige sua própria postura e volta para o trabalho. Um relógio digital na parede cronometra duas horas para o fim do período.


— Se ela denunciar Vumihe Boik, a estação está agora preparada. Diferente da gestão anterior, na qual estávamos totalmente a mercê da sorte. Além disso, a garota têm laços com pessoas que estão aqui e que deixei vivas para que ela não atente contra a vida daqueles que ama.


Quando Heylel cita o nome de Mora, o espadachim parece ser minimamente abalado. Apesar da loira não ser uma lutadora e muito menos intimidadora, Bastião não sente-se totalmente confortável com ela por perto e seu nome o traz inquietações.


— A pessoa que você citou desistiu do cargo de líder em troca da vida de alguns daqueles que me atacaram. Ela entrou no caminho da minha espada, e eu não posso matá-la - não tenho motivos para tal. — Ele ergue apenas o braço e aponta na direção de uma porta que leva ao outro extremo da base espacial que Heylel ainda não tinha visitado.   Ela alojá-se lá com aqueles que não concordam conosco. Eles não têm mais poder algum aqui e apenas vivem nos próprios termos.
 


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MensagemAssunto: Re: Buraco negro - Vumihe Boik   Ontem à(s) 1:33 pm

*Os ideais de Bastião eram muito semelhantes aos seus, afinal, ele cogitou convencer Batu a chantagear Celes com base na vida de Miyano para conseguirem as informações da Aliança de forma gratuita, sem necessidade de pagarem por algo que, em tese, é por direito da resistência, claro, ele nunca feriria a criança, só que sabia que ela estaria a merce dessa negociação com o menor em risco, mesmo que um risco totalmente fictício*

-Seu trabalho para comigo está feito Bastião, o trabalho de falar a verdade, afinal, em momento algum eu pedi para que me ajudasse em Tuntau, muito pelo contrário... *Ergueu sua mão esquerda do qual era normalmente camuflada para simular um membro real de carne e osso, só que dessa vez ela estava enegrecida mostrando que de fato era um aparato tecnológico de altíssima qualidade*

-Eu mesmo quero cuidar desse assunto, fazer o que é preciso com minhas próprias mãos. *Serrou o punho o apertando com força. Fechou os olhos seguindo ouvindo os próximos dizeres de Bastião, estes que o incomodaram um pouco, porém o aliviaram mais, graças aos céus Mora não havia sacrificado a própria vida, isso era muito bom*

-Meus passos ainda não são guiados pelo Starcaller, quando forem seguirei os protocolos, mas até lá farei único e exclusivamente o que acho correto onde no momento é eliminar a Aliança em Tuntau e qualquer coisa que ameace isso deve ser neutralizada.*Abaixou o punho e abriu os olhos, já tinha o necessário para fazer o que fosse preciso no momento devido já que não podia ser imprudente, tudo deveria ser minimamente calculo para que no final toda a razão seja exclusivamente sua*

-Desejo ir falar com ela, como eu disse é algo pessoal, em que alojamento eles se encontram?*Percebendo que o tal samurai ali não era de todo o mal, Cody relaxava sua postura e começava a ficar determinado em ajudar melhor seu mestre, sem mais hesitar ou desconfiar, afinal, aquele espadachim não era simplesmente um assassino sangue frio tal como Celes pintou, ele era como Heylel, alguém que segue comandos e luta por algo que acredita e ambos acreditam no mal necessário, assim sendo, Bastião nada mais era do que uma versão disciplinada e de cabelos negros daquele Kroyvisiano*

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MensagemAssunto: Re: Buraco negro - Vumihe Boik   Ontem à(s) 2:30 pm


— A estação têm um segundo polo que inclui o depósito e a estufa. A anterior líder de Vumihe Boik agora mora lá com outros que não quiseram se adequar às novas políticas da estação.  Respondeu, ainda carregando certo rancor na voz.


Uma vez terminada a conversa, Bastião considera a conversa terminada e volta para sua meditação interrompida. Resta pouco mais de uma hora para que o período de trabalho termina e ele precisará checar os frutos do décimo terceiro dia da Vumihe Boik em seu comando. 

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MensagemAssunto: Re: Buraco negro - Vumihe Boik   Ontem à(s) 2:33 pm

O grande portão tecnológico que dá na área onde Mora agora reside conta com uma porteira eletrônica, e sua abertura só pode ser autorizada pelo outro lado. Como não há câmeras, a identificação precisa ser feita através dessa rápida ligação.

Alternativamente, Heylel provavelmente possui o contato de Mora em seus aparelhos visto que ambos têm uma forte amizade.
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MensagemAssunto: Re: Buraco negro - Vumihe Boik   Ontem à(s) 3:08 pm

*Apenas acenou positivamente para Bastião e seguiu caminho rumo o dito polo citado. Cody sentia-se estranho não mais pelo clima sangrento do ambiente, isso já estava se acostumando, o problema era a falta de escolta como se subitamente o albino tivesse total confiança do atual líder ao ponto dele poder andar livremente sem problema ou interferência alguma*

-Boss, vamos tentar convence-la de que a Datsu está certa? Acho que ela não vai aceitar, em anos de convivência a Melroa nunca aceitou esse ideal, imagine alguém que vamos falar sobre tipo... Agora.
*Heylel estava pensativo sobre suas próprias questões como o melhorar de sua prótese, armadura e armas para poder lidar com a Aliança em Tuntau embora já começasse a aceitar de que esse esquema seria muito mais tático do que guerrilheiro, aquela era uma chance unica que provavelmente motivaria outras oportunidades em outros lugares onde Aliados dividem espaço com Reconquistadores*

-Melroa nunca lutou por uma causa que não fosse a dela mesma, ela e sua irmã são apenas pirralhas egoístas, já Mora luta da sua forma para os ideais da Reconquista assim como nós, só que diferente de mim que desfrutei pouco da burguesia kroyvisiana, ela passou um bom tempo lá então tem empatia pelos dois lados, não pela causa e sim pelas pessoas e eu consigo entender isso, porém, ela precisa entender também que não se ganha ou vence nada sem sacrifício, se ela se unir a nós, a Datsu, isso irá poupar o tempo do Bastião que pode seguir gerando progresso em muitas outras Sedes nossas, assim, em breve, estaremos pareados com a Aliança e poderemos esmaga-la. *O androide sussurrou apenas um "Entendo" levando uma de suas mãos ao queixo para pensar e absorver melhor os ditos de seu mestre que ao se deparar com aquele portão fez uma careta estranha... Aquilo era bem rustico. Tocou então a campanhia na porteira eletrônica esperando ser atendido em breve e durante a espera ficou ali parado com seu Familiar*

-Ahn... Então Boss, por isso tu não curtia a Melroa? Nunca deu uns pega nela? Tu curte essa tal de Mora? Tipo, mais do que uma amiga e tal... Vocês já tiveram um lance, tipo, carnal?
*Tudo aquilo com o interfone já pressionado para a voz escapar. O albino olhou para o sintético de canto de olho fazendo uma expressão curiosa, meio ingenua*

-Ah é, eu nunca te apresentei a Mora não é? Verdade, me desculpe por isso, dessa vez eu farei isso, acho que ela vai gostar bastante de você, a proposito, você não trouxe nenhum jogo de chá né? Seria bom servir um pouco. *Comentou relaxado como se fosse totalmente natural seu seguidor andar com o necessário para fazer um chá, cacilda, de onde ele iria tirar aqueles itens? Do c*? Enfim, lembrando desse assunto sobre ficar ou não ficar, pegar ou não pegar, o androide se lembrou que haviam duas mensagens para o kroyvisiano ler*

-Hm, entendi, entendi, mas isso não responde as perguntas! E falando nelas, você recebeu mensagens daquela Okro e da Zathriana, estão aqui! *Abriu então o HUD para que o outro pudesse ler, ele que então usava seu indicador para clicar na caixa de mensagens holográfica e ler a primeira mensagem começando pela que estava no topo que era de Ellora por ter sido enviada por ultimo*

-Essa Ellora... "Sacrifícios são inaceitáveis, eu já disse, você vai voltar junto a todo mundo. Como estão as coisas por ai? Parece que Celes estava mentindo, está tudo tranquilo aqui em Vumihe, acredito que irei retornar muito antes das 9h"
*Com a certa demora, Cody tocou o interfone mais uma vez enquanto Heylel depois de responder a mestiça ele agora seguiu para ler a mensagem de Nelai e acabou ficando parado apenas olhando sem saber bem como reagir já que era raramente elogiado daquela forma tão carinhosa, tamanha demonstração de carinho simplesmente o deixou travado sem saber o como reagir ou responder, apenas levando a mão a cabeça e esfregando ela nos próprios cabelos prateados devagar*
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MensagemAssunto: Re: Buraco negro - Vumihe Boik   Ontem à(s) 5:48 pm

Ninguém no interfone responde, mas sequer é necessário fazê-lo uma vez que a voz de Heylel é reconhecida do outro lado da porta. Uma rápida agitação antecede a rápida abertura do caminho sem uma anunciação formal.

Uma pequena brecha é aberta e, ainda que focados, alguns dos operários que trabalham no projeto do Bastião olham por detrás da porta por reflexo. A curiosidade em ver como aqueles que se separaram do grupo estão indo é temporariamente maior do que o afinco empregado no trabalho.

Detrás da porta estão mais ou menos meia dúzia de pessoas que estão bem distribuídas no amplo espaço da estufa. Com sua manopla, Mora se encontra logo a frente segurando o botão que dá entrada a Heylel.

Olá, Heylel. É bom vê-lo, entre depressa. — Diz a voz robótica a seu serviço.

Aqueles a seu serviço estão também trabalhando no cultivo, mas conversam entre si. O ambiente parece mais harmônico e vivo.

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MensagemAssunto: Re: Buraco negro - Vumihe Boik   Ontem à(s) 8:17 pm

*Ainda sem saber direitinho como reagir a mensagem de Nelai, ele tomou um forte susto com a chegada "subita" de Mora e apenas obedeceu entrando rapidamente junto de Cody. Naquele local e ao ve-lo se sentiu um pouco menos a vontade, digamos que ele prefere o ambiente mais "gotico" ao lado de fora, já o androide sentia-se melhor ali mesmo. Após a entrada, ele já estava estranhando certas coisas como o ligeiro mal humor de Bastião ao ter o nome daquela mulher entregue aos ouvidos e a curiosidade daqueles de fora como se nunca tivessem visto o que estava além daquele portão*

-Desculpe! Bem... Como você está? Parece que eu não cumpri minha promessa não é? Eu disse que voltaria quando conseguisse cumprir toda a missão da Reconquista, mas... Tive que voltar, uma mercenária chegou do nada falando que Vumihe tinha sido invadida pela Datsu e que pessoas estavam morrendo todos os dias, quanto tempo Bastião está aqui e o que diabos aconteceu? Por que vocês estão isolados aqui?
*Queria saber os dias para contar os mortes, se fossem 3 mesmo como dito pelo espadachim aquela mulher estaria completamente errada, ou seja, no minimo havia mentido ainda mais. O sintético apenas seguia observando em silencio se lembrando de seu irmão que nessa altura do campeonato deve estar cuidando de Maya*

-Boss, acho que você poderia ser um pouco mais sensível, pelo menos abraça a garota, não sai simplesmente metralhando um monte de perguntas pra ela. *O androide cruzou os braços e encostou em uma parede proxima. O Kroyvisiano voltou seu olhar para a loira ficando bastante encabulado, afinal, havia recebido aquela mensagem do qual não soube responder demostrando um pingo de afeto e agora tinha que fazer isso, ali, aqui e agora. Meio desconcertado ele passou os próprios braços pelas laterais do corpo da mulher e a puxou num abraço apertado onde a palma de sua mão normal seguiu ao topo da cabeça dela afagando devagar*

-Desculpa, eu estava preocupado... Como você está? *Falou sussurrando para aquela proxima de si, o bastante para o Familiar ouvir, abrir os braços e ergue-los largando um "agora sim meu! caramba cara!" deixando o albino ali ainda mais sem graça chegando a corar bem de leve*
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MensagemAssunto: Re: Buraco negro - Vumihe Boik   Ontem à(s) 8:46 pm



A loira pareceu confusa de início com tantas perguntas, perguntando a si mesma como diabos faria para responder a todas com uma voz sintética lenta. Além da confusão, porém, seu semblante denuncia algo mais agravante: sua expressão geralmente firme dá lugar ao reflexo de uma mulher que está prestes a se despedaçar. E ela o faz.

Quando recebe o abraço, Mora chora e aperta com força as costas de Heylel. Pode ser até estranho não só para o ciborgue mas para aqueles que agora vivem ao lado da loira ver aquela que a poucos dias era uma líder tão respeitada mostrar seu lado mais sensível daquela maneira. E conforme ela deixa a pressão cair de seus ombros, a porta que separa as duas sessões de Vumihe Boik se fecha.

Quando finalmente o solta, não tem pressa para limpar as lágrimas nos braços. Após respirar fundo, cria coragem para digitar em sua manopla e responder o amigo.

— Ele está aqui fazem seis dias. Eu perdi minha liderança há cinco. — É a primeira pergunta que ela responde. Antes de digitar a segunda, um dos seus colegas a traz um copo d'água para que se acalme. — Esse homem acabou com Vumihe Boik. O porto seguro para quem quer que precise se tornou uma armadilha perigosa para seus próprios residentes. Você precisa sair daqui, Bryphis.

Aquele que a auxilia é um homem de aparência esquisita. Seu semblante parece misturar diversas raças como Huu, Iormashiano e até traços de Okro, mas nenhuma delas faz muito sentido. Além disso, ele têm anda mancando a perna esquerda enfaixada - aonde jaz um buraco de bala.



Sem querer atrapalhar a conversa de ambos, ele toca o ombro de Cody e usa um tom baixo, quase que um sussurro.

— Aí, colega... têm pimenta em pó aí? — Ele pergunta enquanto olha para os lados para se certificar que ninguém ouve o pedido.
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MensagemAssunto: Re: Buraco negro - Vumihe Boik   Ontem à(s) 9:08 pm

*Seguiu abraçado com Mora buscando consola-la o maximo que podia ainda se mantendo de certa forma inflexível, afinal, apesar do pranto da amiga ele não deixa de concordar com as ações de Bastião. Ajudou ela a limpar as lagrimas com seus dedos de carne e osso observando-a com a expressão reflexiva sobre o assunto do qual não sabia abordar devidamente*

-Uma armadilha perigosa? Por que? *Precisava saber primeiro a visão e lado daqueles que estavam ali antes de entrar nas questões que abordavam a suposta missão da Datsu ali. Vendo ali o casal de amigos, Cody estranhou de leves a criatura que se aproximou de si o sussurrando aquela coisa suspeita*

-Não... Porque raios eu andaria com pimenta em pó? Mas tenho umas folhinhas aqui com cheiro e sabor parecido, arde igual, pode ser? *Também falava baixo para manter aquela negociação estranha apenas entre eles. Sobre as ditas folhas, se tratam daquelas dos quais o androide pegou para fazer mais venenos ou soluções curativas para seu time lá em Tuntau quando foi explorar a mata para conseguir os ingredientes para curar a cegueira de seu mestre causada por aquele forte veneno, assim sendo, ele tinha consigo diversas "ervas medicinais" guardadas num saquinho junto a cintura*
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MensagemAssunto: Re: Buraco negro - Vumihe Boik   Ontem à(s) 9:16 pm

Mora não sabe exatamente como expressar o que ela e seu pequeno grupo vinha passando nos últimos dias através de uma curta mensagem que seu aparelho pudesse reproduzir, mas tenta na medida do possível.

Esse lugar foi encarregado a mim, e eu fiz de tudo para que ele fosse uma base segura. — O aparelho reproduz enquanto Mora aguarda para que possa digitar novamente. Apesar da voz não expressar emoção, os olhos marejados da loira transparecem sua angústia. — Não precisamos de uma base militar. precisamos de um lugar onde possamos viver em harmonia e espalhar nossa mensagem.

As pessoas ao redor continuam a cultivar as plantas para racionar a comina, coisa que ainda estava a cargo daquela que reconhecem como líder.

Violência só gera mais violência. A Datsu segue uma só ideologia e mata quem fica no caminho, e não é por isso que lutamos.

Enquanto isso, Jubo não parece tão chateado com a resposta. Já fizera aquela pergunta tantas vezes que aos poucos vinha perdendo as esperanças de encontrar o que queria.

— Nah, isso não serve. Precisa ser pimenta em pó mesmo, mas valeu.
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