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 Gradopolis: Utopia

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SIDA
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MensagemAssunto: Gradopolis: Utopia   Sab Nov 17, 2018 6:51 pm

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Gradopolis é a única cidade capaz de reunir uma boa parcela da civilização galática quando é necessário. Além de ter sido construída sob o berço da mais bem sucedida civilização, seu território colossal é bem distribuído em um enorme continente que ocupa a maior parte do planeta. Como se já não fosse suficiente, Gradopolis é indiscutivelmente o melhor polo comercial para comprar e vender o que for.

Nos últimos dias, porém, seus moradores estão mais agitados. Um festival anual acontece nessa noite e seres de diversas raças estão reunidos nas altas e robustas plataformas, aproveitando do comércio ou apenas dando uma pausa em suas longas viagens. Quem não está presente nessa enorme feira de negócios, gostaria de estar. Não é todo dia que se encontram transportes e trajes praticamente a preço de custo afinal!

A segurança do local suspeita de membros da temida causa rebelde infiltrados no local, mas foram impedidos de agir por ordens superiores pois "o festival é extremamente lucrativo e não pode ser interrompido". A maior parte deles pode estar lá apenas para aproveitar deste evento no final das contas. Aqueles mais atentos, porém, podem ver sombras suspeitas se esgueirando pelos becos escuros do local.

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Melroa

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MensagemAssunto: Re: Gradopolis: Utopia   Sab Nov 17, 2018 7:43 pm

Aquele não era seu dia. Queria estar em muitos lugares naquele momento, mas com certeza estar abastecendo a nave não era um deles. Sua cama era sua preferência sem duvidas. Sentia a garganta seca, enquanto descia da nave e puxava a luva de sua mão robótica. Um pequeno tique de nervoso que surgia sempre que saia em público. ― Vocês duas fiquem ai dentro, eu já volto. Se aquele imbecil voltar e eu não ver, me avisem pelo comunicador. ― Apontou para o comunicador em sua orelha ao dar o passo para que saísse definitivamente da nave.

Engoliu em seco, puxando o lenço que usava para cobrir parte do rosto. Na verdade não era somente a luva, ela puxava sua roupa para que o minimo possível de si fosse visto. Da cintura pra cima ao menos, já que não tinha problema em deixar as pernas expostas. Sem querer prolongar seu sofrimento, seguiu até a maquina, depositando o dinheiro necessário e indo pegar o combustível. Podia ouvir o barulho excessivo de pessoas andando, conversando animadamente sobre o festival. Estava animada para comprar suas coisas tanto quanto qualquer um. Mas não estava animada para a multidão que vinha como um brinde muito inoportuno.

Vaai, droga. ― Depois de algumas complicações, conseguiu terminar de abastecer sem muitos problemas.
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Miyano

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MensagemAssunto: Re: Gradopolis: Utopia   Sab Nov 17, 2018 8:04 pm

Miya estava escorado nos ombros da irmã mais velha enquanto fazia carinho em Rex, que por sua vez cochilava sobre o colo do garoto, ao menos até Melroa pousar a nave irritada, praticamente exalando mal-humor. O grifo despertou, corvejando para a mulher enquanto os gêmeos acalmavam-no.

Como Melroa estava com o comunicador de Miya, os irmãos dividiam o segundo. Os gêmeos estavam sempre juntos, então não fazia diferença.

- ...Duas? - Olhou para a irmã assim que Melroa desceu da nave, indagando em confusão e constrangimento.

Já fazia um tempo que Miya se perguntava por que Melroa tratava ambos no feminino, especialmente por saber que, apesar de gêmeos, os irmãos tinham sexos opostos. Ou ao menos imaginava que ela soubesse. Não sabia se havia algum mal-entendido ou se Melroa estava apenas tentando irritá-lo, e sentia-se constrangido demais para tocar no assunto, por isso apenas ficava calado enquanto Maya parecia se conter para não cair na gargalhada com embaraço do irmão, divertindo-se ao ponto de que a própria garota também havia começado a tratá-lo no feminino.
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Melroa

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MensagemAssunto: Re: Gradopolis: Utopia   Sab Nov 17, 2018 8:33 pm

Depois de terminar, colocou tudo de volta no lugar e voltou até a porta da nave. Esperou até que as escadas tocassem o chão, e foi como se respirasse novamente. Um suspiro profundo de alivio escapou pelos lábios enquanto descobria a boca e ouvia a porta se fechando atrás de si. ― E ai, nada do bunda mole? Bem vamos ter que esperar aqui por um tempo. Enquanto isso queria aproveitar pra fazer um checkup na nave. Vamos?

Logo que entrou retirou a luva com a boca enquanto tirava o casaco com o braço livre. Não se deu ao trabalho de pendurar tudo em algum lugar, apenas foi tirando as peças de roupas e jogando pelo chão até ficar apenas de calcinha e blusa. Uma visão comum já que ela não suportava roupas. ― Maya, ajuda a sua irmã na checagem? Esse festival está cheio de espertinhos querendo passar a mão em naves, quero uma lista do que acham que precisamos comprar aqui pra ajudar na segurança. Vamos sair pra comprar, infelizmente. ― No meio do caminho, pegou uma caneca que tinha colocado café quente um pouco antes de sair. Sentou-se na poltrona, olhando para o painel da nave. ― Ene? Vamos começar com a checagem semanal?
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MensagemAssunto: Re: Gradopolis: Utopia   Sab Nov 17, 2018 8:54 pm

Quando Melroa saiu da nave, ENE - a inteligência artificial da nave - se divertiu com o constrangimento de Miyano, repassando as ordens da mulher e propositalmente referindo-se ao garoto no feminino, por mais que a IA realmente soubesse do sexo de Miya, já que havia escaneado os membros da nave para reconhecimento, fazendo com que o garoto se encolhesse dentro do lençol, emburrado e com uma cara de bravo.

ENE apenas parou as provocações quando Melroa retornou, fazendo com que Miya finalmente colocasse o lençol de lado, apenas para ver Melroa se despindo como de costume.

Por mais que fosse frequente, Miya não havia se acostumado com aquilo, o que não era tão surpreendente tendo em vista que nem a mãe das crianças ficava assim na frente deles. Por mais que não sentisse atração pelo corpo feminino, a noção de moral ainda envergonhava-o.

- V-você não deveria se despir em público! - Novamente se acolheu embaixo do lençol, denunciando estar envergonhado, o que também era óbvio pelo completamente rubro de Miyano, desde as bochechas até a ponta das orelhas.

Ene foi a primeira a fazer um comentário, mas sem o tom brincalhão de sempre: "Por que está tão constrangida? Somos todas mulheres aqui, não há motivo para tal."

Maya estava no canto brincando com o grifo, literalmente cagando para situação agora que estava entretida com a criatura, enquanto Miyano quase morria de constrangimento logo ao lado, fazendo uma expressão de quem estava extremamente bravo, mas isso não ajudava muito, apenas deixava o garoto com uma expressão ainda mais fofa.

Como estava debaixo do lençol como se fosse uma fantasia de assombração de halloween, foi quase como se o lençol falasse por ele.

- Já fizemos a checagem essa madrugada... - A voz dele soou mais fraca e aguda que o normal, reflexos do nervosismo da criança.
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SIDA
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MensagemAssunto: Re: Gradopolis: Utopia   Sab Nov 17, 2018 9:59 pm

O local de abastecimento, como a maior parte das construções localizadas fora da zona de comércio, está anormalmente vazio nessa noite. Não faz sentido alguém estar de fora daquele grande festival, uma vez que pra muitos compensa mais comprar uma nave nova do que reabastecer a antiga.

Melroa, mais atenta nas janelas, pode notar uma cena incomum. Um dos seguranças com o uniforme da Aliança está de costas em frente a um beco e olha timidamente ao seu redor, provavelmente urinando longe de toda a movimentação turbulenta no centro da cidade. Subitamente, algo parece atingi-lo de longe e ele instantaneamente cai imóvel no chão.
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MensagemAssunto: Re: Gradopolis: Utopia   Sab Nov 17, 2018 10:17 pm

Ficou encarando o monitor enquanto digitava algumas coisas, com a testa enrugada. ― Quanta frescura. Eu sempre faço isso, além disso é como a Ene disse... ― Não chegou a terminar a frase, pois algo em seu campo de visão lhe chamou atenção. De primeira torceu o nariz para a atitude nada louvável do guarda. Mas não se surpreendeu. Alguém que deveria proteger a lei a violando? Comum. Mas assim que viu seu corpo cair como uma jaca no chão, deu um salto na cadeira, como se escutasse o tiro. ― Vocês dois! Assumam o controle da nave. Ene, ajude-os no que precisar. ― Saiu pela nave, catando novamente sua roupa e colocando-a com certa pressa.

― Tentem contatar o Heylel urgente. E se vierem em direção a nave, levantem voo. Entenderam? Estou levando o comunicador. Caso precisem fugir eu marco um local de encontro. ― Ao terminar de colocar seu casaco, pegou o dispositivo que ativava um escudo. Colocou-o no pulso de sua mão robótica e abriu a porta da nave. Assim que terminou de falar, ficou repetindo "merda" várias vezes num sussurro. Assim que a porta se abriu, ficou encarando o lado de fora. Podia ver sua respiração se dissipar no ar frio da noite. Seu coração pulsava com tanta força que ficava zonza. Então prendeu a respiração e pulou para fora da nave, se agachando no chão com o impacto. Correu a distância entre o homem e a nave. Olhava para os lados enquanto usava o dedo indicador para ativar o escudo.

Ei. ― Falou num tom neutro, encarando o corpo do homem a uma distância segura. ― Você tá bem?
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Miyano

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MensagemAssunto: Re: Gradopolis: Utopia   Sab Nov 17, 2018 10:54 pm

Se assustou com a repentina ordem de Melroa, mas num ponto onde não entrava em pânico com aquela reação, visto que ela costumava fazer drama demais com coisas pequenas.

Retirou o lençol do rosto para ter uma visão mais dinâmica da situação, confuso com o que havia acabado de acontecer para a mulher agir assim. Quando Melroa falou para que tomassem conta da nave, o rosto de Miya deu lugar a uma expressão de confusão e curiosidade, trocando olhares com a irmã, que parecia indiferente, enquanto Melroa saía da nave às pressas.

- Você sabe pilotar? - Indagou, apesar da resposta ser óbvia. O balançar de cabeça negativo da irmã apenas confirmou o que ele já sabia. - Nem eu!

Depois de respirar fundo várias vezes, Miya conseguiu se acalmar. O estresse apenas pioraria a situação, e por isso decidiu substituí-lo por seriedade. A expressão séria e impassível de Miya agora o fazia parecer ainda mais com a irmã, já que o garoto costumava facilmente ficar constrangido e corado, já a irmã era mais indiferente a esse tipo de abordagem.

Sentou-se no local de Melroa.

- ENE, monitore o estado da nave e alerte qualquer tentativa de entrada de alguém que não tenha sido escaneado por você. Também, fique preparada caso tenhamos que decolar de imediato.

Acomodou-se na cadeira, colocando o lençol sobre os ombros enquanto ENE ligava o painel da nave para que pudessem observar o que estava acontecendo.

- Maya, consegue entrar em contato com o Heylel?
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SIDA
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MensagemAssunto: Re: Gradopolis: Utopia   Sab Nov 17, 2018 11:27 pm

Ao deixar o veículo, Melroa pode sentir um calafrio agitar seu corpo e fazê-lo tremer inconscientemente. Seja por conta da ventania que a atravessa ou talvez pelo ar sombrio que se formou após aquele súbito disparo, a atmosfera não parece nada agradável.

Enquanto a mais velha caminha em direção ao beco escuro, os dois irmãos enfrentam alguma complicação dentro da nave onde estão. Tanto seus dispositivos móveis quanto o próprio sistema operacional da nave parecem passar por algum tipo de interferência que limita seus serviços, ainda que isso seja algo extremamente incomum nos tempos modernos onde existe sinal em qualquer ponto da galáxia.

Miyano, apesar de jovem, é um gênio quando o assunto é tecnologia. Apesar de tímido, o jovem é claramente melhor do que muitos adultos que estudam e até mesmo trabalham no ramo. Muitos deles provavelmente não saberiam que aquilo é claramente o efeito de uma PEM, máquina montada nas redondezas com o intuito claro de atrapalhar a conexão de outros dispositivo.

Melroa finalmente alcança seu destino, mas não encontra o que imagina. Ao invés do corpo uniformizado ela se depara com um humano desacordado e completamente nu, com um objeto pontiagudo e grosso espetado em sua nuca. Ao redor do ferimento, uma camada fina e azulada conquista cada vez mais espaço e cobre aos poucos a pele do oficial.
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Wilhelm

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MensagemAssunto: Re: Gradopolis: Utopia   Sab Nov 17, 2018 11:28 pm

Encapuzado e com o tapa-olho a postos, já havia um tempo que Wilhelm caminhava pelas ruas de Gradopolis. Sua mãe teria decidido pousar no planeta para aproveitarem a oportunidade de comprar mais equipamentos e matéria-prima. Portanto, já havia afastado-se do grupo como de costume para não chamar atenção ou grosseria desnecessária. Talvez ele teria a sorte de encontrar um mercante simpático o suficiente para atendê-lo.

Mas havia apenas um pequeno problema.

...Não estou julgando o seu senso de direção, Wil, mas... acho que você se perdeu. ― Eisen, o robô que lhe acompanhava, afirmava o que já era óbvio. Havia algum tempo que as luzes cintilantes do centro comercial não estavam mais presentes. ― De novo. ― Ao ver o autômato dizer aquilo com tanta convicção, o garoto abaixava a cabeça e passava a corar de vergonha.
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SIDA
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MensagemAssunto: Re: Gradopolis: Utopia   Sab Nov 17, 2018 11:56 pm

Como se não fosse suficiente estar perdido, Wilhelm pode perceber algo estranho com seu robô. Suas últimas palavras parecem falhar em sua voz sintética, indicando problemas que não são comuns para um modelo tão atual. Para piorar, o jovem tecnopata nota que o visor de Eisen está exibindo ondas constantes, como se tentasse se reconectar novamente a alguma rede.

Ao seu redor, tudo está completamente vazio e ele sabe que seu robô não está passando por problemas usuais. O único veículo visível é a nave que abastece seu combustível e que está aparentemente ligada.
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Miyano

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MensagemAssunto: Re: Gradopolis: Utopia   Dom Nov 18, 2018 12:01 am

Miyano pausou por um minuto assim que notou a interferência, tendo quase certeza que sabia o que estava causando.

- ...Alguém está interferindo no sinal. - Declarou, tendo um calafrio dada as opções de qual seria o motivo para tal. Provavelmente estavam tentando se infiltrar em algum lugar, e Melroa deve ter percebido algum tipo de atividade suspeita. Se esse era o caso, era melhor alertar a mulher.

Saltou da cadeira, pegando o comunicador que estava com Maya e imediatamente tentando falar com Melroa. Caso não desse certo, poderiam tentar ligar o roteador.

- Melroa, estão interceptando o sinal com uma PEM aqui por perto. Provavelmente alguém está tentando se infiltrar sem ser notado. - Pausou, organizando os pensamentos. Miya parecia estar extremamente calmo, apesar de apenas aparentar. - Vai acontecer um evento em breve, não vai? Talvez esse seja o alvo ou a ferramenta. Se puder, volte para dentro, preciso te entregar algo antes que você saia buscando por mais pistas.

E retirou uma pequena abelha mecânica do bolso. Era um presente do pai, mas estava estragado e não tinha uso, por isso Miyano gastou seus últimos meses pesquisando e analisando o objeto até que finalmente conseguisse fazê-lo funcionar. Talvez fosse útil.
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Heylel

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MensagemAssunto: Re: Gradopolis: Utopia   Dom Nov 18, 2018 1:32 am

*Desde que entrou para a Reconquista, Heylel sonha em entrar para parte da elite dela que pertence a sua parte mais radical, aquela que coloca a mão na massa e não fica apenas dialogando ou buscando meios de conseguir tudo na lábia como já era de feitio de seu pai que parecia ser mesmo dessa laia, de qualquer forma, por almejar a isso ele sempre está atrás de missões das mais diversas que variavam entre entrar e sair de um lugar abatendo um alvo ou até mesmo ter que lidar com toda um grupo junto a seu parceiro inseparável que dava um pouco de humor as situações ajudando o albino a relaxar, entretanto, de todas as missões que teve aquele parecia se provar a mais difícil entre todas*

-Você acha mesmo que ela vai gostar de usar isso com a temática do Naruto? *Perguntou o jovem para seu parceiro que se tratava de um androide já meio ultrapassado embora a tecnologia que o tivesse dado vida fosse recente, não fazia nem 5 anos direito desde que os androides começaram a perambular por ai graças aos estudos e trabalho de uma certa dupla do passado*

-Mas é claro porra, quem é que não curte Naruto? Ainda mais se for a weeaboo-chan! Confia que vai ser sucesso! *Aquele ser que agia como um humano mesmo sendo uma maquina simplesmente pegou um absorvente temático do Shinobi mais querido do passado e entregou ao outro que pegou e ficou olhando aquilo deixando explicito seu olhar que questionava o porque diabos vendiam aquele tipo de coisa*

-Sempre que você diz isso a gente se dá mal, e eu já disse para não chamar ela assim, vai que invoca. *Duvidando da procedência daquela coisa, ainda assim colocou dentro da sacola de compras para na sequencia seguir investigando as prateleiras buscando os demais itens que tinha em sua lista escrita a mão, algo meio raro na atualidade por tudo ser na base digital, ou quase tudo*

-Bah, ela nem ta aqui, vai ser nosso se-gre-di-nho! *O androide então agarrou o rapaz enlaçando seu braço sobre os ombros dele e o puxando para perto, ato que fez o outro seguir olhando a prateleira como se estivesse dando simplesmente nenhuma foda pro parceiro ali que buscava sua atenção*

-Aham, não adianta ficar puxando meu saco não, se a Melroa encher o meu saco eu não vou pensar duas vezes em te mandar para a reciclagem, se é que algo como você pode ser reciclável.*Pegou mais um item, colocou na sacola e foi andando mesmo com Cody pendurado em seu pescoço acompanhando seus passos sempre atentos, afinal, como alguém procurado em cada buraco do universo, todo o cuidado era pouco mesmo em meio o clima festivo*

-Cacete Hey! Como você é crueeeel! Sabia que aquela otaca era má influencia, você já me tratou muito melhor! Para onde foi a parceria? Nossos momentos juntos? Nossa historia de companheirismo e... *Percebeu então que estava sendo ignorado fortemente por Heylel que falava com a atendente, coisas típicas durante uma compra para então se despedir dela, virar-se e sair dali com todas as compras em dia*

-NÃO ME IGNORA SENPAI! *O grito ecoou... Nada acontece feijoada. Seguindo agora já dentro da própria nave, a dupla seguia rumo encontrar a embarcação espacial maior que pertencia a aliada, e fora do costume o rapaz estava no horário, aquilo era um pouco estranho já que sempre era perseguido e tudo mais, bem, provavelmente a sorte o sorriu dessa vez por estar em um lugar cheio de pessoas distraídas com promoções e tudo mais apesar da vigilância reforçada*

-Cody, vou perguntar só uma vez... *Mesmo prestando atenção no caminho, por habito ele sempre estava atento a seus arredores e isso somado ao sutil reflexo que aparecia no vidro o permitia ver o que estava ao seu lado... Seu androide sentado com uma galinha no colo*

-Porque você tem uma galinha e porque esta tentando colocar nosso comunicador nela? *Cody seguia ali tentando colocar aquele aparelho dentro da orelha do animal que como já de se saber comum não é algo simplesmente possível, mas seguia tentando com todo o cuidado, obvio*

-Eu andei pesquisando... Você sabia que galinhas tem orelhas? É sério, observa isso aqui! *Deixou o que estava fazendo para segurar o bicho e colocar na cara de Heylel que apenas tombou a cabeça para não perder sua visão do que estava a frente e acabar batendo*

-Você não respondeu a minha pergunta e tira esse treco da minha cara antes que eu jogue vocês dois daqui de cima. *O olhar rubro e atento percebeu algo, uma movimentação meio estranha vindo debaixo bem próximo do lugar onde encontraria Melroa e os outros e por isso começou a mover a nave que estava para aterrissar um pouco afastado dali*

-Você não teria coragem! Sem contar que as galinhas ainda não evoluíram o suficiente para saberem voar, então você estaria matando inocentes, já pensou no quanto isso é... *Com o sinal de mão de Heylel, Cody parou de falar e mesmo sem ter devidas expressões por ser um robô foi notável que o mesmo havia ficado mais sério, alguma coisa havia acontecido e isso já estava bem claro*

-Eu vou dar a volta e você vai até Melroa, seja sutil. *Aterrissou a nave em um lugar discreto e ligeiramente distante, sacou sua mala onde pressionou o botão do meio a fazendo começar a se modificar mecanicamente tomando todo seu corpo formando um traje bem especifico. Logo após ele saiu da nave e seguiu nas sombras praticamente invisível, já o outro assumiu o volante da nave e seguiu para o ponto de encontro como se nada tivesse acontecido*

-Ok, ok, ser sutil... Que merda, o que diabos é ser sutil nessa situação? Vou meter o doido mesmo. *Cody comentava consigo mesmo dentro da nave ao qual pilotava e ao chegar no ponto onde iria seguir com a menor para entrar na olhar [Oia, não leiam errado, estamos falando de uma nave estacionando dentro da outra] ele simplesmente desceu do veiculo já que a outra estava fechada por hora e seguiu até a aliada*

-HEY MELROA, EU TROUXE O QUE ME PEDIU! *Com a galinha debaixo de um braço e a sacola de compras na mão de lado oposto, o androide foi se aproximando da garota sem cerimonias a deixando quem sabe se perguntar o porque diabos ele estava carregando aquele bicho*

-Ah proposito, achei algo que você vai curtir pra cacete, se liga! *Sacou então do absorvente temático do Naruto e mostrou para a pilota e por mais que ele fosse uma maquina e por isso não tivesse expressões, sua voz e jeito deixavam bem claro sua felicidade e sorriso de orelha a orelha por mais que esse não existisse, afinal, falta de expressões...*

-Não se mova e coloque as mãos onde eu possa vê-las. *Enquanto seu parceiro chamava a atenção como sempre, Heylel se esgueirou a ponto de conseguir se aproximar furtivamente por trás de Wilhelm já tendo sua arma sacada e sutilmente encostada nas costas dele deixando sua voz modificada pelo uso da mascara deixar a situação ainda mais intimadora para seu alvo que caso possuísse uma intuição mínima iria notar que estava em perigo, que qualquer movimento em falso ele poderia levar um tiro muito bem dado no meio de sua coluna*

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Melroa

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MensagemAssunto: Re: Gradopolis: Utopia   Dom Nov 18, 2018 3:06 am

Piscou algumas vezes antes de se mover novamente. O homem estava completamente pelado, diferente do que tinha visto. Só pode imaginar que alguém o tinha despido enquanto ela mesma se vestia dentro da nave. O que a fez pensar que talvez a pessoa não estivesse muito longe. Tal pensamento lhe provocou um arrepio na coluna, o que causou um leve incomodo em sua base. Estreitou o olhar enquanto encarava sua nuca, encarando o objeto e a mancha. Fez uma cara de desgosto, não querendo se meter em problemas. Apenas se agachou ao lado do corpo e retirou o objeto, colocando num dos bolsinhos em seu cinto e fechando para que ele não caísse. Fez tudo isso com a mão de luva, ou seja, a mecânica. Mantinha os olhos encarando a mancha enquanto ouvia o pequeno no comunicador. ― Certo, eu já estou indo para ajudar. Precisamos chamar uma ambulância. Você consegue enviar um sinal básico de socorro? Acredito que isso passaria despercebido pela PEM.

Fechou as mãos, esfregando os dedos enquanto encarava o homem e tinha uma conversa interna consigo mesma. Tiraria ele dali? Era uma boa ideia mexer nele? E se a associassem aquilo? Tinha câmeras por perto? Provável. Poderia limpa-las a tempo? Mesmo assim teria que limpar de todo o quarteirão para não rastrearem a nave. Girou o pescoço, estralando ele com o movimento enquanto suspirava pesado. Se agachou e levou ambas as mãos até as axilas do homem para começar a puxa-lo. ― Eu não recebo pra isso não. Nem to recebendo alguma coisa. Eu odeio festivais. Se essa merda vendesse online... ― Ficou poucos minutos reclamando, pois ouviu a voz de Cody atrás de si. Num grito.

Largou o homem imediatamente, fazendo o cair direto no chão enquanto pulava para o lado. ― Filho de mil putas! Desgraça em latinha! Eu vou fazer SUCATA de você, maldito! ― Metralhou as ofensas assim que pode se virar para encara-lo. Então olhou para o pacote de absorventes. Seu rosto parecia uma fornalha produzindo calor a medida que ficava rubro. ― QUE MERDA É ESSA?! SEUS INCOMPETENTES NÃO CONSEGUEM FAZER NADA DIREI... ― Não conseguiu completar a frase, pois começou a desferir tapas na direção do robô, empurrando para longe de si. ― Mas que droga! ― Travou o corpo, respirando fundo repetidas vezes enquanto se virava para o homem e voltava a tentar pega-lo. ― Eu to bem, eu to calma, parada cardíaca é doloroso, não vou empacotar assim. Não com uma lata de lixo, uma galinha e um defunto em potencial. Não mesmo. Entre na nave. Os gêmeos precisam de ajuda. Onde caralhos alados e cor de rosa está aquele idiota do teu mestre, hein? Porque quando eu preciso dele, ele não tá perto! Agora pra infernizar minha vida ele fica bem ali do meu lado. E eu posso te mandar busca-lo? Não. Porque ele deve ter te mandado entregar essa merda enquanto se engraçava com sei lá quantas mulheres. Eu vou deixar vocês aqui, ouviu? EU VOU DEIXAR!!
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MensagemAssunto: Re: Gradopolis: Utopia   Dom Nov 18, 2018 3:17 am

A comunicação é bastante difícil, chegando ao ponto de ser por vezes interrompida por estática, que diminui conforme Melroa se aproxima da nave. Os duas como experientes em tecnologia sabem que a tecnologia para ofuscar os excelentes equipamentos com os quais eles contam.

Conforme discute com o robô, Melroa sente o quão poderosa era aquela interferência.Tudo se torna ainda mais impressionante quando Cody começa a sentir os efeitos da PEM, perdendo subitamente seu senso de direção e parte de sua capacidade de fala. Como se não fosse o suficiente, a misteriosa substância cintilante se expande e já ocupa um espaço considerável da nuca daquele homem. Ainda que inconsciente, seus gemidos denunciam o quão dolorosa é a experiência.
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MensagemAssunto: Re: Gradopolis: Utopia   Dom Nov 18, 2018 3:50 am

A garotinha de cabelos prateados perambulava sozinha pela cidade, a atenção completamente focada em um videogame que estava preso entre suas mãozinhas de forma precisa, de modo que não caísse. Seu rostinho de porcelana esboçava irritação, mais ainda quando constatou que mais uma vez não conseguiu o objetivo da fase que estava presa a mais ou menos uma semana; a raiva foi tanta que ela arremessou o videogame no chão e assistiu ele se quebrar em pedaços, histericamente pisando no aparelho eletrônico para que ele se despedaçasse ainda mais.

Joguinho... idiota... a Cold... te... odeia! — Ela dizia a cada chute, finalizando ao chutar as partes do aparelho para longe. Depois de dar o seu "piti" ela olhou ao seu redor e constatou que as pessoas estavam olhando, colocando uma mecha de cabelo para trás e bufando.

Havia algo nela que fazia com que as pessoas se afastassem, ainda que ela parecesse ser muito fofinha. Talvez fossem as faixas enroladas em suas coxas desnudas ou o piti que tinha acabado de dar; precisaria comprar outro videogame agora. "Coitadinha da Cold" era o que ela pensava, inflando as bochechas.

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Wilhelm

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MensagemAssunto: Re: Gradopolis: Utopia   Dom Nov 18, 2018 7:22 am

Wilhelm não teve nem tempo de pensar no caminho pelo qual ele veio, já que o seu robô flutuante inesperadamente parava de funcionar e estava indo diretamente para o chão. O garoto caolho pegava-o quase que de imediato e num susto. Parou então para realizar uma checagem no seu companheiro de lata, observando que seu visor parecia ter perdido o sinal da nave.

Jamming? ― Estranhado, ele batia de leve com o indicador na tela de Eisen. ― ...Mas no século 23? Quem faz isso? ― Apesar de concluir aquilo em voz alta, ele ainda assim não deixaria nenhuma outra opção de lado.

"Voltar para mamãe e os outros seria fácil com o geolocalizador dele, mas agora que ele está pifado, eu vou ter que ficar e descobrir o que está aconte--"

Seus pensamentos foram interrompidos ao sentir metal gelado tocar em suas costas. Apesar de ser praticamente um nerd e um NEET intergalático (sem contar o título de otaku de carteirinha), ele certamente já reconhecia a situação. Analisando a voz que lhe ameaçava, pensou imediatamente que se tratava de uma unidade robótica - nem ao menos chegou a achar que poderia ser uma modificação de voz para não ser identificado, pois até agora só teve confrontos com gente burra o suficiente para encarar a mãe dele - e portanto, não teria o bloqueio mental que normalmente tem conversando com outras pessoas, uma vez que ele adorava robôs.

Fez como lhe foi ordenado, movendo as mãos que seguravam sua unidade robótica para que ele pudesse vê-la. ― Foi o seu dono quem acabou com os sinais do meu amiguinho? ― Disse calmamente. Poderia ser uma situação estranha para Heylel (ou não, vai que ele gosta de umas paradas estranhas e realmente tem um dono), mas Wilhelm acreditava fielmente de que ele era apenas outro robô. ― Isso é um assalto ou só esqueceram de comprar a manopla de hacking? ― Parecia arrogância de sua parte, mas era difícil conhecer alguém que chamasse atenção desnecessária com sinais de jamming e não estivesse invadindo uma base militar.
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Miyano

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MensagemAssunto: Re: Gradopolis: Utopia   Dom Nov 18, 2018 12:45 pm

Miya pensou por um momento. Não sabia se o sinal de socorro iria muito longe, visto que algo estava interferindo na frequência dos dispositivos. Talvez se conseguissem aumentar a frequência, o sinal iria mais longe. O ideal ainda seria encontrar a PEM e desativá-la, mas para isso deveriam buscar por ela, e os gêmeos deixariam a nave para fazer isso.

- Certo, Bee. Vamos ver se você funciona mesmo. - E ligou o dispositivo, aguardando sua ativação antes de enviar a frequência de pedido de socorro.

Depois de alguns segundos, o dispositivo começou a demonstrar sinais de funcionamento. Se realmente desse certo, o pedido de socorro seria expandido, alcançando um raio maior que a interferência em si. Valia a pena tentar.

Usando o painel da nave, emitiu o sinal como Melroa havia ordenado.
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Heylel

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MensagemAssunto: Re: Gradopolis: Utopia   Dom Nov 18, 2018 5:28 pm

*Cody olhou para o corpo que Melroa deixou cair e ficou piscando seus olhos mecânicos literalmente, ligando e desligando eles já que essa era sua maneira de “abrir e fechar” eles por ser uma maquina. Por estar ainda mais próximo da área do PEM, ele ficava meio confuso piscando os olhos com um pouco mais de frequência e olhando para os lados como se estivesse procurando o responsável por aquilo já supondo que talvez fosse aquele a quem Heylel foi averiguar*

-Ei-ei-ei, e-eu-eu achei que você ia-ia-iadorar. *Soltou as coisas as deixando cair no chão levando uma das mãos até a cabeça que se movia de um lado para o outro, o robô parecia estar começando a dar pau. A galinha assustada acabou pulando alto pousando sobre a cabeça de Melroa enquanto Cody ficava ligeiramente puto com aquilo embora seu discernimento de quem era quem, o que era o que ficasse totalmente perdido*

-Esse cara... Esse cara ainda ta vivo? Oque.... tem? Argh... BOSTA! *Se abaixou para tentar pegar a sacola, só que errou algumas vezes antes de conseguir e o animal seguia ali cacarejando como se estivesse querendo falar com o androide que levantou sua mão livre para tentar acalmar a ave*

-Calma, vai ficar tudo bem.... *Sua fala era longa e com alguns tiques, aparentemente se ele falasse como se estivesse em slow motion dava para conversar por mais que ficasse parecendo um retardado*

-O Boss não está fazendo nada disso, não precisa ficar com ciúme, ele na verdade encontrou alguém suspeito e foi atrás dele logo ali. *Apontou o dedo para a nave de Melroa e percebendo o erro apontou para o outro lado, a garota podia perceber a confusão do mesmo então saberia que a instruções e direções estavam totalmente erradas, e claro, por estar dando defeito desse jeito era explicado o porque mal respondeu ou reagiu aos ditos dela ignorando a ordem que lhe foi dada, não era culpa deste e sim da interferência que tava bugando seu cérebro e isso ela saberia só de olhar vendo seu corpo fazer movimentos aleatórios e seus olhos ligando e desligando sem parar, sem contar a voz em constante tilte. A partir daqui a cena muda para Heylel e Wilhelm*

-Pelo visto não é você o responsável por essa confusão. *Heylel já havia observado em volta e notado que não havia nenhum dispositivo suspeito próximo daquele garoto a sua frente ao qual pela postura o mascarado já conseguia identificar que não era mesmo o culpado por tudo aquilo, mas só por via das duvidas puxou seu capuz para ver seu rosto e vendo que se tratava só de um fedelho mesmo, voltou sua arma para trás a tirando do alcance alheio*

-O que está fazendo aqui? Crianças como você não deviam estar aqui a essa hora, e não, não fui eu, na verdade estou procurando o culpado porque notei a interferência em minha nave quando estava vindo para cá. *Foi sincero e aberto já que aquele pirralho não demonstrava perigo algum já que era nítido que não era da aliança visto não estar acompanhado ou usando o uniforme da mesma como todos usam como padrão mesmo em eventos festivos. Caso Wilhelm se virasse para olhar Heylel iria ver o mascarado de manto e capuz negro que era conhecido por todas as Galaxias e Facções por ser notório assassino em serie, rebelde e membro da Reconquista que era procurado por todo mundo como um criminoso perigosíssimo embora não houvesse de fato uma recompensa por sua cabeça e sim apenas um dever para com a sociedade em não deixar alguém tão perigoso a solta por ai, inclusive, seu nome era Bryphis e não Heylel e era do feitio de seus crimes deixar apenas as crianças vivas matando apenas os adultos independente da idade e sexo, deixando obvio o porque simplesmente não atirou nas costas daquele jovem padawan*
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MensagemAssunto: Re: Gradopolis: Utopia   Dom Nov 18, 2018 7:12 pm

Assim que ouviu o barulho da sacola caindo no chão, bufou e se agachou para pega-la, colocando-a no ombro. Melroa pode sentir uma dor pulsante na lateral de sua cabeça conforme ouvia o robô. Ela puxava lentamente o homem, mas era o mais rápido que podia. ― Nave. Entra na merda da nave antes de pifar, se não eu vou te deixar aqui fora para te desmontarem e transformarem em uma torradeira. ― Assim que chegou na porta, bateu com a mão mecânica, fazendo um barulho bem maior ecoar pela rua.

Miya sou eu, abre isso pelo amor de Deus. ― Mantinha-se na lateral, de forma que se a porta abrisse não seria esmagada por ela.
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MensagemAssunto: Re: Gradopolis: Utopia   Dom Nov 18, 2018 9:02 pm

Ao apoiar o soldado caído em seus ombros, Melroa pode notar algo ainda mais instigante: seu polegar estava multilado exatamente na região das digitais. O corte é tão fino e preciso que parece ter feito com um equipamento próprio para isso, mas a piloto não conhece nenhum tipo de tecnologia que sirva a esse propósito mesmo que tenha uma familiaridade com os dispositivos mais atuais.

Ao mesmo tempo, o pequeno Miyano percebe que suas tentativas vêm sendo em vão. A interferência da PEM é forte demais e mesmo o mais básico pedido de socorro parece incapaz de acessar os servidores e ser entregue. Ele sabe que, pela duração do efeito, aquilo provavelmente não é uma simples granada de efeito rápido e sim uma máquina instalada para manter a interceptação ativa.
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MensagemAssunto: Re: Gradopolis: Utopia   Dom Nov 18, 2018 9:42 pm

As luzes da cidade parecem ainda mais intensas neste dia em especial, talvez por conta do festival ou pela alegria dos que participam deste. Conforme Cold aproxima-se do centro das comemorações, maior é o aglomerado de pessoas. De onde ela está, é possível visualizar algumas barracas que estão vendendo comida, eletrônicos de todos os tipos e acessórios estéticos.

Depois da criança estressar-se e lançar o console de videogame no chão, as pessoas mais próximas se afastaram um pouco sem fazerem muita questão de disfarçar. É possível ainda que a menina ouça cochichos, que provavelmente falavam dela, mas não são compreensíveis por conta de todo o barulho da multidão agitada. Uma dessas pessoas, porém, aproxima-se dela ao invés de se afastar. Apesar de misterioso por trás de um traje de oficial da Aliança, seu tom de voz parece bastante simpático.


— Olá, menina. Você me parece esperta! Tá afim de ganhar uma grana fácil? — Ele pergunta por trás do seu capacete escuro de oficial. Apesar de misterioso, seu tom de voz parece bastante simpático.


Última edição por SIDA em Dom Nov 18, 2018 9:55 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Gradopolis: Utopia   Dom Nov 18, 2018 9:50 pm

Apesar da imponência de Heylel, todo aquele garbo o tirou a atenção dos arredores. Precisou de um jovem para notar o atirador que se apoia em uma janela alta e calibra algum dispositivo na direção da dupla, mirando precisamente no mais velho.

Seu robô praticamente não realiza nada além de funções básicas no momento, como se estivesse numa espécie de "modo avião". Aquele que o abordou, por sua vez, não parece nem um pouco atento a ameaça e aparentemente eles estão completamente sozinhos. Para piorar, a única luminosidade do local é um feixe roxo que é emitido do aparelho que o atirador porta, segundos antes de pressionar uma alavanca.
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MensagemAssunto: Re: Gradopolis: Utopia   Dom Nov 18, 2018 10:02 pm

Estava encarando o objeto eletrônico já fazia algum tempo, as mãos pousadas na cintura; como será que ela esconderia aquilo da sua mãe pra não tomar uma bronca? Não fazia ideia. Totalmente distraída com o que estava fazendo, sequer notou a aproximação do homem, tomando um breve susto quando ele se aproximou.

Hmmm... — Foi o som que saiu dos lábios dela quando ela ouviu, estreitando os olhos na direção do desconhecido. Presunçosa, reagiu com um sorriso ao elogio que havia sido dirigido a si, seus olhos chegando a brilhar com a proposta. Cold amava dinheiro. Seu irmão não costumava ligar tanto para bens materiais, ao menos nunca reparou em qualquer interesse, mas Cold... chegava a ser assustador. Se pudesse, compraria todas as coisas bonitas e guardaria para si, na sua futura mansão estelar de dois andares com piscina e máquina automática de sorvete de flocos.

Mas, e se metesse em uma fria? Ainda que o homem parecesse simpático, mamãe havia lhe ensinado que não deveria falar com estranhos; dizia-se que eles lhe enganariam com docinhos e levariam para o abate.

Pode ser. Mas a Cold quer saber do que se trata antes — Decidiu por fim, colocando as mechas de cabelo para atrás dos ombros.

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MensagemAssunto: Re: Gradopolis: Utopia   Dom Nov 18, 2018 10:23 pm

ENE abriu a porta para Melroa enquanto Miya suspirava, desligando Bee. A PEM também interferia no sinal do roteador, então não havia uso para tal. Talvez pudesse pesquisar maneiras de aprimorar o mecanismo para que não tivesse sua frequência alterada por outrem, mas faria isso depois. Agora estava ocupado com outra coisa.

Deixou o assento de Melroa antes que a bruxa ranzinza tivesse tempo de reclamar de algo, voltando para o canto escuro e aconchegante da nave, junto a Boo, Rex e Maya.

- O que está acontecendo lá fora? - Indagou, em um misto de nervosismo e curiosidade, encarando Melroa e o homem ferido com seus intensos olhos azuis entreabertos, em alerta.
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